Você decide…

Janeiro 31, 2008 at 1:13 am 15 comentários

“Uma mulher estava a morrer, com um tipo especial de cancro. Havia um medicamento que, segundo pensavam os médicos, podia salvá-la. Era uma forma de radium que um farmacêutico, na mesma cidade, descobrira recentemente. A manipulação do medicamento era cara, mas o farmacêutico cobrava dez vezes mais do que o preço do custo. Pagava 200 € pelo radium e cobrava 2000€ por uma pequena dose do medicamento. O marido da senhora doente, Heinz, recorreu a toda a gente que conhecia para pedir dinheiro emprestado, mas só reuniu 1000€, o que era apenas metade do custo. Disse ao farmacêutico que a sua mulher estava a morrer e pediu-lhe para o vender mais barato ou se poderia pagá-lo mais tarde. Mas o farmacêutico disse: “Não, descobri o medicamento e vou fazer dinheiro com ele”. Então, Heinz fica desesperado e pensa assaltar a farmácia do homem e roubar o medicamento para a sua mulher”.

Colocando-te no lugar de Heinz, que farias e porquê?

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Um dia de cada vez Ferramentas

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  • 1. Joana (lama)  |  Janeiro 31, 2008 às 8:51 pm

    no lugar do Heinz visto que nao teria conseguido arranjar o dinheiro suficiente para o remedio…a ideia do assalto nao era a mais correcta…mas era nu caso de heinz um motivo d desespero de salvaçao….eu voltava a falar com o farmaceutico…tentava faze lo cair em si…fazia,u reflectir…tentava talvez chegar a um acordo…e se mesmu assim nao conseguisse…talvez seguisse o caminho que heinz ia seguir….porque por mais errado que fosse…era a unica hipotese que tinha para poder salvar a mulher…e talvez depois fosse perdoado pelo acto…
    porque nao iria ser uma acto feito por maldade…mas sim…um acto para salvar a sua mulher…de quem ele parecia gostar muito…porque s pos em hipotese arriscar a sua vida assaltando a farmacia para salvar a vida da sua mulher …é porque tinha amor pela sua mulher…
    por isso…se nao tivesse mais ninhuma soluçao fazia o que heinz queria fazer…memu sabendo que aquilo nao era correcto…mas o farmaceutico tambem nao agiu da melhor maneira…
    tambem demonstrou maldate perante heinz…porque devia.o ajudar e nao querer tudo so para si….

  • 2. Manuel  |  Janeiro 31, 2008 às 10:04 pm

    Então, Joana, para que serve as entidades bancárias?
    Seria muito mais honesto, recorrer a um emprestimo bancário.
    Salvava a mulher e depois resolvia o melhor modo de liquidar o emprestimo.
    Mas, pode-se colocar esta questão, e se o Banco não emprestar o dinheiro?
    Não me parece que seja muito viável esta situação, visto que na cidade houve um movimento de solidariedade para, num curto espaço de tempo(?), se conseguir metade da verba e, perante esta situação, por norma as entidades bancárias são solidárias (digo eu).
    Uma outra forma de conseguir o que falta da verba era alargar o movimento de solidariedade às pessoas não conhecidas, a outros locais. Normalmente as pessoas perante um quadro de sofrimento,costumam colaborar.
    A dificuldades que ao longo da vida vamos tendo, não devem ser solucionadas criando outras dificuldades.
    Um dos 10 Mandamendos, diz-nos que (desde já peço desculpa, se estiver errado), Não Roubarás
    E um dos 7 Pecados Mortais é a Avareza
    Estámos perante, no texto de Você Decide, duas maldades que devemos evitar.
    Há sempre soluções honestas para cada caso, temos é que saber procurar

  • 3. Joana (lama)  |  Janeiro 31, 2008 às 10:23 pm

    tambem concordo consigo…. =D

    e quanto ao emprestimo bancario nao me lembrei dessa hipotese…

    mas tambem acho uma boa hipotese era necessario era que o banco concedesse o emprestimo…

  • 4. Adelino  |  Janeiro 31, 2008 às 11:53 pm

    Realmente o Manuel tem rasão mas se o banco não empresta-se o dinheiro eu estou com o Heinz uma pesoua cundo ama de verdade não olha a meios para salvar o seu grande amor.

  • 5. José Sá  |  Fevereiro 1, 2008 às 12:08 am

    Pergunto: o farmacêutico, pode cobrar esse dinheiro. É imoral mas lícito. Se o Heinz for apanhado a roubar não irá para a cadeia e o remédio não chegará para a mulher doente. Que fazer? Arrisca? Ou não?

  • 6. Manuel  |  Fevereiro 1, 2008 às 10:01 am

    Joana e Adelio, eu tive o cuidade de colocar a dúvida da falte de empréstimo e sugeri a substituição pela solidariedade de outras pessoas e noutros locais que não só a dos conhecidos, como se refere o texto.
    Gostava contudo de referir que no texto não encontramos nenhuma referencia à Avareza, conforme eu tinha escrito mas à Ganãncia, igualmente imoral, pelo lapso as minhas desculpas.
    Há soluções bem mais maduras para resolver este problema, que não o facilitismo do roubo, conforme eu me referi no texto. Roubar não.

  • 7. José Sá  |  Fevereiro 1, 2008 às 11:45 am

    Olá Manuel. A tua solução parece a mais fácil e lógica. Mas será que as pessoas emprestam a quem não tem com que pagar? Ele ja pediu e só consegui metade. E agora? Que fazer?

  • 8. Manuel  |  Fevereiro 1, 2008 às 12:48 pm

    Olá José Sá.Oobrigado pelo desafio, por obrigar (no bom sentido, claro) a me questionar, a não deixar que este tema fique pelo texto inicial. Já tenho reparado, em outros temas, que o José se limita a questionar. Também é bom que assim seja, faz-nos pensar. Os meus parabéns pelo seu trabalho.
    Agora voltando à sua questão, no texto inicial há uma referencia ao movimento de solidariedade só entre pessoas conhecidas. Você sabe, eu sei, que em situações de dificuldade, normalmente, o ser humano é solidário.
    Lembro-me do caso da Joana, em Santo Tirso, ou o caso do Tozé em Vizela. As pessoas juntaram-se, fizeram-se festas para recolha de fundos e no de Vizela esse movimento, não se limitou à freguesia, foi mais longe, extendeu-se para fora do concelho vizelense.
    As pessoas não se ficaram em só dar o dinheiro necessário, porque também não o tinham todo, elas trabalharam para o conseguir.
    E nestes casos, as pessoas não emprestam, dão.

  • 9. Joana  |  Fevereiro 2, 2008 às 12:46 pm

    “Assaltava, porque o farmacêutico só estava a pensar nele não nas vidas que estavam a correr risco de vida.” Carina Machado

    “Assaltava a farmácia, pois para além da minha mulher correr perigo de vida, o farmacêutico mostrou ser uma pessoa muito imoral.” Fábio Sobral

    “Assaltava, porque para salvar uma vida valia a pena.” Júlio Silva

    “Assaltava, porque era um caso extremo.” António Pimenta

    “Assaltava, quer fosse minha mulher ou não.” Renato Ferreira

    O curioso destas respostas é que todos se limitaram a responder à questão, sem abrir novos horizontes, sem se questionar…

  • 10. marta21  |  Fevereiro 2, 2008 às 4:45 pm

    Colocando-me no lugar do Sr. Heinz, pensaria em todas as soluções possíveis para esta situação, mas imagino que naquela altura não seria fácil decidir a melhor solução, mas penso que primeiro iria falar com o farmacêutico como fez o Sr. Heinz, depois sabendo que ele não me venderia o medicamento pelo dinheiro que eu tinha iria tentar encontrar uma solução para conseguir o dinheiro que me faltava. Se não conseguisse o dinheiro todo e visto que a minha mulher estaria a morrer e teria de ser rápido, iria tentar um empréstimo, se não conseguisse o empréstimo e não havendo mais nenhuma solução roubaria o medicamento ao farmacêutico. Sei que é considerado um acto ilícito, mas nesta situação cometeria este crime.
    Mas digam-me se estiver errada… É um assunto discutível…

  • 11. Fátima Fontes  |  Fevereiro 2, 2008 às 5:37 pm

    Eu tenho a minha opinião sobre o texto decida você, se estivesse no lugar do Heinz tentaria arranjar o dinheiro, não conseguindo, ficaria desiludido e triste sentir-me-ia frágil, mas nunca roubaria porque acho que não seria o caminho certo a seguir porque penso que todos nos um dia teremos que morrer e então se não agora mais tarde, sei que parece dura a minha opinião mas se pensarmos bem Jesus também morreu sem ter feito mal algum também vimos sua mãe sofrer sempre aceitando a vontade de seu filho sei que é duro mas estamos aqui de passagem teremos que pensar no amanha para alem da morte a solução para mim tentaria dar-lhe todo o carinho e amor ate ao ultimo momento da sua vida visto que tinha tentado fazer tudo possível para a salvar dentro dos meus valores em que acredito

  • 12. cidalia, catequista do 3 ano  |  Fevereiro 2, 2008 às 11:10 pm

    olá a todos . Como catequista,é logico que devo acreditar que a solidariedade vai estar lá sempre quando necessitamos, acredito que Deus vai estar lá para dar a mão e ajudar a encontrar a solução . Dou toda a razão ao Manuel, mas quando é alguém que muito amamos alguém que não hesitavamos em dar a vida por ele,
    é muito dificil dizer que não roubamos para salvar alguém. Se rouba-se provavelmente iria ser julgada, condenada… mas a minha razão de viver estava viva.

  • 13. Jeferson O.  |  Fevereiro 28, 2008 às 3:35 pm

    Eu como estudande de história tenho um grande agrado com a vida humana. entretanto jamais em hipótese alguma deve-se roubar as coisas de outros nem que seje para salvar a vida de outro. acredito que se as pessoas começarem a roubar para salvar será um Deus nos acuda, iria ter idosos armados, ongs, pessoas da periferia enfim uma infinidade de pessoas roubando para dar alimento, remédios, moradia etc…
    então no lugar de Heinz, não roubaria, jamais.

  • 14. Carlos  |  Maio 20, 2008 às 8:38 pm

    Parabéns adorei seu blog!! bem interessante! se também puder visitar meu site de emprestimo, ficarei muito grato é o Canal do Empréstimo http://www.canaldoemprestimo.com.br
    abraçoss

  • 15. igor mutuque  |  Maio 14, 2010 às 12:27 pm

    Desde premodios do mundo e sabido que o homem e um ser de razao e de sensiblidade ao extremo. Roubar e mau, mais ha maldades que trazem o bem, meus pares por extrema necessidade, aconselharia a roubar e minha posicao vou decepsionar muitos. principios sao como as regras sao reais, todas as regras tem excessao, nos ate podemos falar eu nao posso eu nao posso…Mas acridito que ninguem nesta terra deixaria sua parceira seu parceiro perecendo porque nao tem dinheiro, meus pares erros concertam se, as pessos perdoam se, mas a morte nao perdoa a vida, a vida e so uma vez

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