Pensa

Janeiro 25, 2010 at 8:20 pm 12 comentários

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Recorda o passado, vive o presente e planeia o futuro Feliz Dia dos Namorados

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  • 1. Luis Carlos  |  Janeiro 26, 2010 às 5:04 pm

    Gostei muito das imagens e da mensagem que esta aqui transmitida…como diz o ditado, só quem não arrisca e que não petisca. Como todos nos cai-mos, todos nos, nos levantamos e nos sentimos mais fortes para o futuro, aprendendo sempre as tais lições de vida e o que podemos tirar de bom. Pensamos nos?! Ficamos a perguntar-nos? Estou perdido? E acho sem saber? Perigo e se me encontrar perdido? Deixar sem ter sido? Perguntas no qual me faço e não encontro resposta. Eu limito a ser apenas eu, igual a mim mesmo. Vou fazendo o que o meu coração me diz… penso que devemos sempre lutar pelo que queremos sem medos.

  • 2. Manuel  |  Janeiro 27, 2010 às 4:05 pm

    Na imagem são pedras, mas poderia ser qualquer coisa, até simples pétalas de uma flor, que nos levaria, tantas vezes isso acontece, a comportamentos de “calimero” e/ou a nos insurgir contra quem não partilha da mesma opinião.

    Somos naturalmente intolerantes ao que nos rodeia.

  • 3. Fátima Fontes  |  Janeiro 27, 2010 às 6:18 pm

    Olá, obrigado por este tema. Sim é uma mensagem que nos transmite que mesmo que falhemos e que nos julguem não devemos temer porque não estamos sós, o que o homem não consegue entender há um Deus que nos “AMA” e nos protege de todo o mal mesmo que achemos que não vamos conseguir, Deus esta lá e diz eu estou aqui dou-te a mão vai enfrente levanta-te. O que diz o Luís é verdade, por vezes fazemos pontos de interrogação a nós mesmos. Mas isso é bom. É sinal que pensamos em nós, que nos encontramos, que reflectimos em nosso interior ou seja estamos acrescer, também gostei de ler, que tentas ser tu mesmo, nos devemos ser nós mesmos, que isso não agrade a toda a gente mas nós temos que ser iguais a nós, com os nossos pensares nossas ideias e como dizes SEM medos SER FORTE e Deus ajuda dá a mão temos é que deixar que ele nos ajude.

  • 4. Cátia  |  Janeiro 31, 2010 às 11:37 am

    muito bem.
    concordo com o que disseram:)
    temos de arriscar, seguir em frente, sem medos e com a certeza de que Deus está sempre connosco.
    Deus nunca nos abandona, por muitas asneiras que façamos, o amor dele é muito mais forte.

  • 5. Luis Carlos  |  Janeiro 31, 2010 às 2:18 pm

    Cada um tem a sua forma de arriscar. Aposta pelo que quer e deseja, pelo que acredita, pelo que necessita. Assim pensa que consegue a tão desejável felicidade. Que todos nos procuramos e lutamos. Mas arriscar não e assim tão fácil. Todos nos caímos muitas vezes, e depois não voltamos a arriscar? Tentemos deixar que Deus entre nos nossos corações e nos de essa força para arriscar.

  • 6. Manuel  |  Janeiro 31, 2010 às 7:01 pm

    Porque é que endossamos a Deus a resolução dos problemas?
    Porque é que só quando nos sentimos incapazes, buscamos em Deus a barreira que nos separa dos problemas que nos são dirigidos?
    Este conceito de que Deus nos protege de todo o mal. Esta imagem de um Deus protector, não será abusiva?
    As pedras (dificuldades) não são direccionadas ao homem/menino?
    Então não deveria ser o homem/menino a recebe-las e a transformá-las (as pedras) em pétalas (soluções), procurando em Deus a força interior para o ajudar a tomar decisões?
    Deus não tem que ser tratado como uma “parede” que nos separa das dificuldades da vida. Muitos menos ser chamada a sua presença em situações de conflito.
    Deus tem de fazer parte nós, como um órgão vital (como são o coração, pulmões, fígado, cérebro…), fundamental para a nossa subsistência.
    Este conforto do “eu O procuro”, é um conceito egoísta.
    “Eu O procuro”, mas quando? Só quando preciso????!!!!!!!!
    Urge mudar de mentalidades para que situações como a da menina de Ponta Delgada não possam acontecer mais.

  • 7. Cátia  |  Fevereiro 2, 2010 às 6:54 pm

    É verdade que na maior parte das vezes que ‘recorremos’ a Deus é quando estamos a precisar da ajuda d’Ele.
    Mas também há muita gente que fala com Deus para lhe agradecer por algo que correu melhor. Ou então simplesmente para lhe contar como foi o dia.
    Há muita gente que vê Deus como um amigo, que nos acompanha sempre.
    Porquê que em vez de criticarmos quem atira as pedras não ilugiamos quem vê Deus como um amigo? Porque que estamos sempre a falar das coisas más em vez das boas?
    Deus vai estar sempre connosco quer façamos coisas boas ou más. E Ele não nos critica pelas coisas más que fazemos, quem somos nós humanos para criticar o que os outros fazem?

  • 8. Manuel  |  Fevereiro 3, 2010 às 5:31 pm

    Permita-me Cátia, o seguinte comentário

    É muito comum, demasiado até, que quem atira as pedras esconda a mão. Curiosamente, nas figuras que dão o mote ao tema, as mãos, também, não aparecem.

    Ainda bem que uma das características humanas é esta capacidade de criticar. Saibamos, ao menos, utiliza-la convenientemente.
    Esta maravilhosa capacidade humana da diferença, permite-nos optar pela escolha, o que nos leva a opinar, muitas vezes com sentido crítico.

    Preocupamo-nos, assustamo-nos, quando estamos na presença do que está mal. São estes “medos” que nos colocam em alerta, que nos fazem agir. As coisas boas não nos incomodam, sentimo-nos bem com elas, mas isso não faz com que deixemos de, pelo menos, pensar. Para muitos, uff e tantos que eles são, a inveja é o produto do bem dos outros.

    Com o meu comentário, pretendi, acima de tudo, levantar uma questão para fazer pensar. Baseia na necessidade da “procura” de Deus, seja ela provocada pelas dificuldades da vida, seja para um simples agradecimento. “Eu O procuro” em vez do “Deus faz parte integrante da minha existência”.

    Por certo, se em vez de “O procurar”, quando necessário, “Deus fizesse parte integrante das suas existências”, os 14 adultos (adultos de quê) não violentariam a menina de Ponta Delgada.

    Já sei que está a pensar: -“ estes violadores não procuram, nem merecem, a presença Deus”.
    Olhe que não é bem assim!
    Olhe que há muitos cuja culpa não os faz demover de procurar Deus, quanto mais não seja, porque lhes fica bem!

  • 9. Cátia  |  Fevereiro 4, 2010 às 9:02 pm

    Concordo consigo!

  • 10. Cátia  |  Fevereiro 7, 2010 às 9:50 pm

    Concordo com o facto de haver muita gente a atirar pedras e a esconder as mãos, mas para mim essas pessoas que estão a atirar as pedras aos outros são as piores, pois todas as pessoas já erraram na vida e em muitos casos as que atiram as pedras são as piores.

    Quando ao facto de termos a capacidade de criticar é bom, mas quando se está sempre a criticar, sempre a atacar os outros passa a ser mau a critica, porque torna-se repetitiva e cansativa e deixa de ter o impacto necessário, para quem as ouve passa a ser normal, já não faz diferença.

    Os animais irracionais também se assustam, também tem medo, é por isso que agridem os outros. E muitas das vezes as nossas criticas são como as reacções dos animais. E isso não é bom. Tudo bem que as coisas boas não nos incomodam, mas são tão ou mais importantes que as más, é por isso que devíamos elogiar mais.

    E eu não penso que esses violadores não procuram nem merecem a presença de Deus, até porque não estou muito a par desse assunto e também, porque nós não somos ninguém para dizer se os outros merecem ou não a presença de Deus, Deus é que sabe e eu acredito num Deus que perdoa tudo, muitas vezes fica magoado mas por muito mal que façamos ele está sempre lá. 🙂

  • 11. Manuel  |  Fevereiro 12, 2010 às 12:37 pm

    Olá Cátia, obrigado pelo teu comentário, é sempre bom saber que pelo menos uma pessoa leu e ajuizou o nosso texto. O facto de se concordar ou não com o que cada um escreve é secundário. O que vale é o que podemos partilhar em convívio.

    Concordo, em parte, com o que disse e, de facto, pensei em “esmiuçar” (que palavra tão gasta nos dias de hoje) o seu comentário, só que, não querendo ser repetitivo, para não a cansar e porque me disseram que a Cátia é uma mulher muito inteligente, e eu acredito em quem o disse, fico-me por uma sabedoria popular que diz, mais ou menos, o seguinte:

    “ Não é possível continuar a caminhar, olhando as estrelas, com uma pedra no sapato”.

    Que continues a aceitar o teu Deus para que ele possa iluminar a tua caminhada.

  • 12. Cátia  |  Fevereiro 13, 2010 às 2:39 pm

    obrigado eu 🙂

    É verdade uma pedra no sapato atrapalha muito.
    continue a comentar que há muita gente que lê os seus comentários mas nao sabe é como responder e por isso não diz nada.

    Deus é um verdadeiro amigo, esta sempre do nosso lado!
    É nisto que eu acredito, se não acreditasse não sei o que seria de mim. 🙂

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